quinta-feira, 27 de maio de 2010

Fluminante - Flu 2 a 1 Fla

Jogadores comemoram o bonito gol de Conca.
Flu joga muito bem, mostrou que o trabalho do técnico Muricr Ramalho está surtindo efeito, na vitória convincente sobre seu maior rival.
Rodriguinho e Conca, que desequilibrou, marcaram os gols do tricolor, que agora soma 6 pontos no Brasileirão. 

domingo, 23 de maio de 2010

Gaciba 1 x 0 Fluminense

O Fluminense foi, mais uma vez,  prejudicado pela arbitragem, em São Paulo e perdeu para o Corinthians, por 1 a 0.
O "Sopa" continua se esforçando para continuar no ar, mas está cada vez mais dificil não dar um tempo...

terça-feira, 18 de maio de 2010

"pensei"

"O Futebol é onde a palavra razão se vê no inferno".

Primeira vitória com Muricy

O Fluminense venceu, por 1 a 0 o Atlético GO, no Maracanã e conquistou seus primeiros 3 pontos no Campeonato Brasileiro de 2010. Marquinho fez o gol da vitória do Flu.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Flu começa o Brasileirão com derrota

O Fluminense no Campeonato Brasileiro com derrota para o Ceará, em Fortaleza, por 1 a 0.
O gol dos cearences foi marcado por Geraldo, cobrando um pênalte que não existiu. Pra piorar, o gol só foi assinalado na segunda cobrança, pois Rafael tinha defendido a primeira e o arbitro Paulo Cesar de Oliveira (de novo errado) mandou voltar.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Flu não está mais na Copa do Brasil

Time perde por 2 a 0 para o Grêmio, em Porto Alegre e é desclassificado, nas quartas-de-final da competição.

Adriana Lima



Adriana Lima, a linda modelo, que nasceu em Salvador, na Bahia e consegue ser mais bela do que a vista do Farol da Barra, por exemplo.

A casa de minha mãe nunca ficou pronta

Ando com vontade de ligar para minha mãe. Mas, minha mãe já morreu. Meu filhinho me perguntou hoje: "Cadê sua mãe, aquela que mandou seu mico embora porque ele mordeu seu dedo?" "Ela já foi para o céu..." - respondi-lhe com o velho lugar-comum. "E seu papai, aquele que andava no aviãozinho que ia até a Lua?" "Também foi para o céu...", repito pensando que um dia ele vai descobrir que vamos para baixo e não para cima. Mas, tenho mesmo vontade de ligar, pois, talvez, no telefone, possa haver um milagre e sua voz soar em meu ouvido: "Alô? 28-4858?" "Mamãe?" Na época desse número remoto do Méier, sua voz era jovem e feliz.

Depois, foi enfraquecendo por outros números, até o tempo em que, já velhinha, atendia triste e doente o 47-8378: "E aí, meu filho, tudo bem?..." Como seria bom o telefone me salvar e alguém me chamar de "meu filho..." Seria bom entrar pelos fios do passado e fugir das dores que sinto com o País, o mundo e comigo mesmo. Confesso que, em momentos de desespero, eu já liguei escondido para números antigos. Ouvia a voz anônima e falava: "Desculpe, é engano...", com a sensação de, por instantes, ter visitado minha velha casa. Minha mãe era linda. Parecia a Greta Garbo. Um dia, meu avô bateu nuns vagabundos que mexeram com ela, ainda mocinha, na base do "Tem garbo mas não tem greta" e outras sacanagens de época... Meu avô, malandro e macho, pegou a bengala e cobriu-os de porrada. A vida de minha mãe foi a tentativa de uma alegria. Sorria muito, trêmula, insegura e, nela, eu vi a história de tantas mulheres de seu tempo tentando uma felicidade sufocada pelas leis do casamento, pela loucura repressiva dos maridos.

Meu pai, que era um homem bom e amava-a, nunca conseguiu sair do espírito autoritário da época e, inconscientemente, se enrolou numa infelicidade que oprimia os dois. Na classe média carioca dos anos 50, cercados de preconceitos, medos e ciúmes nas casas sombrias, os casais estavam programados para tristezas indecifradas. Eram cenários estreitos para o amor: a casa do subúrbio, o apartamento micha de Copacabana, onde vi minha mãe enlouquecer pouco a pouco, tentando manter um sonho de família, tentando manter a cortina de veludo, a poltrona coberta de plástico para não gastar, os quadros de rosas e marinhas e a eterna desculpa para os raros visitantes: "Não reparem que a casa não está pronta ainda..." (isso, com 50 anos de casada).

A casa nunca ficou pronta, como ela, Greta Garbo do subúrbio, sonhou: a casa feliz, com bolos decorativos nas festas, seu orgulho, a única coisa que ela sabia fazer; eram bolos em fôrma de avião, para homenagear meu pai piloto, em fôrma de livro, para me fazer estudar, ou em fôrma de piano para minha irmã tocar, naqueles aniversários em que os sofás de cetim marron e branco eram descobertos com discreta vaidade. Na juventude, minha mãe era infeliz e não sabia, pois todas as suas forças eram convocadas para esquecer isso. Cantava foxes, para desgosto de meu pai e ria com medo - se bem que ninguém era feliz naquela época. Não havia essa infelicidade esquizofrênica de hoje, mas era uma infelicidade tristinha, com lâmpada fraca, uma infelicidade de novela de rádio, de lágrimas furtivas, de incompreensões, de conceitos pobres para a liberdade. Eu via as famílias; sempre havia uma ponta de silêncio, olhos sem luz, depois dos casamentos esperançosos com buquês arrojados para o futuro que ia morrendo aos poucos. Não era a tristeza da pobreza; dava para viver, com o Ford 48 sendo consertado permanentemente por meu pai sujo de graxa nos domingos com o rádio narrando o futebol, dava para viver com uma empregadinha mal paga, dava, mas era uma tristeza obrigatória, quase uma "virtude" que as famílias cultivavam, sem horizontes. Toda minha vida consistiu em fugir daquela depressão e em tentar salvá-los. Eu queria dizer: "Saiam dessa, há outras vidas, outras coisas!" - logo eu, que achava que ia descobrir mundos luminosos feitos de revoluções e de prazeres, eu que achava que viveria numa vertigem de alegrias modernas, do sexo que se libertava, da bossa nova, da arte, ilusões que foram logo apagadas pelo golpe de 64 que, com apoio do meu pai, restaurou a luz mortiça das famílias, das esposas conformadas em seus cativeiros.

Minha geração se achava o "sal da terra", tocada pela luz da modernidade. Mal sabíamos do outro desamparo que viria; não a melancolia do rádio aceso no escuro, não a televisão Tupi ainda trêmula, não as esquinas cheias de mistério, não o apito do guarda-noturno, mas a nossa impotência diante do excesso de acontecimentos, do inferno das expectativas, das informações sem conhecimento.Hoje, vivemos essa liberdade desagregadora, com a esperança de paz da classe média destruída, vivemos o medo das ruas, das balas perdidas, que não havia, quando mamãe ia visitar a médium de "linha branca" que lhe prometia progresso e alegria nas cartas. Antes, minha mãe e meu pai tinham a ilusão de uma "normalidade". Hoje, todos nos sentimos sem pai nem mãe, perdidos no espaço virtual, dos e-mails, dos contatos breves, da vida rasa sem calma. O que vai nos acontecer neste mundo de Bush e Osama, neste país de crimes e de riscos-Brasil, onde nada se soluciona, onde tudo é impasse e encrenca? Será que nunca mais teremos sossego?

Sinto imensa saudade da linearidade, do princípio, do meio e do fim das vidas, e tenho medo de ter morrido e de não perceber. Por isso, me dá essa vontade profunda de pegar o telefone e discar, não num celular volúvel, mas num aparelho preto, velho, de ebonite, discar e ouvir a voz de minha mãe, entrar pelo fio e aparecer na salinha de móveis "chippendale" e Luís XV falso e vê-la sempre querendo ser feliz, mas com vergonha das visitas: "Não reparem que a casa não está pronta..." Na verdade, tenho vontade de discar, mas é para saber quem sou eu. E quando disserem: 'Quem fala?" pensarei: "É o que me pergunto..." Mas, sei que vou desligar, dizendo: "Desculpe, é engano..."


Arnaldo Jabor é jornalista e cineasta e tem sua coluna publicada, todas as terças-feiras, no Jornal "O Globo", do Rio.

A COLUNA DE AGAMENON QUE ENFURECEU O EMBAXADOR DO IRÃ

A COLUNA DE AGAMENON QUE ENFURECEU O EMBAXADOR DO IRÃ

terça-feira, 20 de abril de 2010

Cuca não é mais técnico do Fluminense















Cuca foi demitido, ontem a tarde do Fluminense. Para seu lugar deverá assumir o ótimo, mas caríssimo Muricy Ramalho. 
O Fluminense de Cuca escreveu a página de salvação mais espetacular e milagrosa da história de um campeonato brasileiro. Com uma péssima campanha no 1º turno, o time tinha -segundo especialistas-99% de chances de ser rebaixado. Ou seja, estava com um pé na segunda divisão. Cuca foi contratado e assumiu o time, em meio ao caos emocional dos jogadores e a bagunça geral. E assim o Flu foi caminhando e chegou  ao fim do campeonato precisando vencer 6 das ultimas sete partidas a que iria disputar. 
Graças a Cuca, o Tricolor venceu seis dos últimos sete jogos na competição. E ao empatar o último jogo na casa do Coritiba de forma heróica, arruinou matemáticos, desmentiu analistas, e deu à torcida tricolor seu mais improvável presente de Natal em 2009: Permanecer na primeira divisão nacional. 
Sob o seu comando o Fluminense quase não perdeu. Foram 28 vitórias, 12 empates e apenas SEIS derrotas em 46 jogos… Foi finalista da Copa Sul-Americana, e o time raramente jogou mal sob seu comando. Perdeu o Campeonato Carioca, é verdade. Mas vai bem na Copa do Brasil. Inclusive venceu a Portuguesa no primeiro jogo pelas oitavas de final, por 1 a 0, em São Paulo. 
Na despedida, os jogadores o aplaudiram de pé. Afinal de contas o que ele fez pelo Fluminense não será esquecido jamais pelos torcedores. Cuca estará sempre em nossos corações.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Nem precisou jogar bem

O Fluminense deu um importante passo na caminhada para chegar as quartas de final da Copa do Brasil. Com um gol de Fred, o tricolor venceu a Portuguesa por 1 a 0, no Estádio do Canindé, em São Paulo e agora só precisar empatar o jogo de volta no Maracanã, para seguir em frente na competição.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Rio: uma cidade afogada

Imagens de uma cidade mergulhada no caos. Uma chuva interminável que fez, até agora, mais de 200 vitimas fatais.
Praça da Bandeira                                  

sábado, 10 de abril de 2010

Esse time é um fracasso

Fluminense perde de virada para o Botafogo e está fora do Campeonato Carioca.
Loco Abreu, Fael e Caio (gol irregular) marcaram os gols do Bota. Fred fez os dois do Flu, mas perdeu um pênalti.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O gênio chamado Messi

Lionel Messi, o extraterreste argentino, disfarçado de jogador de futebol. Incrivel.